Quando um banco decide riscar o futebol da lista de clientes de crédito, está a reconhecer dois factos. O primeiro é o de que os clubes pertencem, perdoem-me a expressão, ao mundo dos caloteiros. O segundo é o de que, além de mais, são perigosos: que banco manda executar um clube e corre o risco de reputação junto da sua massa associativa? Nenhum.
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