Em 2015, João Sousa viveu uma das suas melhores épocas no circuito mundial; não conseguiu vencer qualquer torneio, é verdade, mas foi finalista em três, um deles São Petersburgo. E, findos os compromissos da Taça Davis, o vimaranense está esta semana de regresso à Rússia e a um torneio do qual guarda as melhores memórias.

Atual 34º do ranking mundial, o nº 1 português apresenta-se com o estatuto de 8º pré-designado e hoje, quando forem sensivelmente 10 da manhã em Portugal Continental, estreia-se frente ao qualifier moldavo Radu Albot, 101º na lista ATP, com quem perdeu uma vez, em 2013, na Taça Davis, tendo no entanto levado a melhor no último embate, em 2015, precisamente neste torneio.

E contrariamente ao ano passado, desta feita João Sousa não é o único português no quadro principal de São Petersburgo. Logo a seguir ao seu encontro, Gastão Elias (61º do ranking Mundial) defronta no mesmo campo o sérvio Victor Troicki, num duelo teoricamente mais complicado. Troicki é 33º do Mundo, tem 30 anos e muita experiência acumulada. Mas isso não significa que o lourinhanense não possa surpreendê-lo, ou não estivesse a época de Gastão a ser pródiga em surpresas.


Mas Gastão Elias já se estreou nos courts do torneio russo. Na primeira ronda de pares, o português e o lituano Ricardas Berankis ameaçaram os segundos cabeças de série do quadro, mas o polaco Marcin Matkowski (especialista nesta vertente, este ano finalista do Estoril Open, ao lado do compatriota Lucasz Kubot) e o sérvio Nenad Zimonjic (que também assenta a sua carreira nos pares) acabaram por vencer, com os parciais de 4-6, 6-3 e 10-4, ao cabo de 1h88.

Novo estatuto

A última vez que Stan Wawrinka jogou em São Petersburgo tinha 19 anos e perdeu na final. Agora, tem 31, é nº 3 do ranking, apresenta-se como 1º cabeça de série e recém-vencedor do US Open. Hoje dificilmente perderia aquela final com Jean-Rene Lisnard...