Jogador que é jogador tem de fugir (assim o queira...) de muitos dos prazeres da comida sob pena dos quilos se acumularem na 'mochila'. Nolito sabe-o bem e reconhece que se não fosse Luis Enrique hoje podia ser um 'novo' Ronaldo, o Fenómeno. Passe o exagero, o avançado do Manchester City aplaude o papel que o treinador do Barcelona, seu adversário da Champions na quarta-feira, teve na sua carreira.

"Estive com Luis Enrique no Barcelona B e depois no Celta. Apostou muito em mim, apoiou-me e fez-me ver futebol de uma forma diferente. Convenceu-me de que eu poderia ser alguém. Sempre joguei com quilos a mais e foi ele quem me fez ver que era fundamental perder peso, 10 quilos, para conseguir avançar. Insistiu nisso para o meu bem. Foi duro, mas houve uma grande mudança", afirmou o antigo jogador do Benfica ao 'The Guardian'.

E precisou: "Os bolos, o pão, a Coca-Cola, tudo isso é bom, mas para a minha profissão é uma m..... Treinava e depois comia, treinava e comia, treinava, comia, treinava, comia… Parecia um peixe a morder a própria cauda. Depois, percebi: um jogador de elite tem de estar magro."


Autor: Sofia Lobato