Nuno Espírito Santo vai voltar a mexer na equipa de forma radical e o meio-campo será o sector que terá uma maior intervenção do treinador, dado que há três jogadores com grande influência que começaram o jogo de Tondela no banco de suplentes.

Além de regressar ao modelo de três elementos, em 4x3x3, o técnico deverá promover à titularidade Danilo Pereira, Héctor Herrera e Óliver Torres, o trio que defrontou o Copenhaga, mas que poucos dias depois se sentou de forma surpreendente ao lado do treinador, dando o lugar a Rúben Neves, André André e Yacine Brahimi.

A intenção passa não só por devolver a estabilidade ao sector num jogo do campeonato em que os portistas estão proibidos de perder pontos, como também preparar a estratégia para Leicester, onde os portistas têm um compromisso de grande importância para a Champions.


A opção de Nuno em promover uma verdadeira revolução no centro do terreno recebeu críticas a vários níveis, uma das quais pelo facto de ter interrompido a consolidação de processos numa zona fundamental do terreno. O caso mais flagrante é o de Óliver, que até acabou por entrar em Tondela e melhorou o rendimento da equipa. O espanhol chegou há pouco e necessita de aprimorar o entrosamento com os companheiros.

Autor: Rui Sousa