A 5 de outubro de 2015, Bruno de Carvalho acusou o Benfica de oferecer um 'kit de cortesia' aos árbitros, delegados e observadores que iam aos jogos das águias em casa e, sabe Record, dois dias depois, a Federação Portuguesa de Futebol pediu à Procuradoria-Geral da República que apurasse se existiam ilícitos criminais. 

Esta tem sido uma prática da atual direção da FPF, que aplicou o mesmo princípio no caso Paulo Pereira Cristóvão. Quando há suspeitas de algum ilícito criminal, o organismo faz questão de pedir a intervenção das autoridades de forma a clarificar a situação.

Recorde-se que já esta terça-feira, o Benfica havia reiterado ter sido o clube a solicitar "por sua iniciativa expressa e pronta", à FPF, que remetesse uma participação "às instâncias competentes, visando promover a averiguação da situação referida no mais curto espaço de tempo" a propósito do 'caso dos vouchers'.