É um dos mais sólidos jogadores portugueses: João Matos assume um papel importante na Seleção e, com a sua presença em campo, a equipa solta-se e ganha consistência. "Temos vindo a ganhar qualidade ao longo dos jogos, embora neste último, frente ao Usbequistão, a primeira parte tenha sido complicada pela mudança de abordagem do adversário", disse a Record, referindo-se à defesa à zona utilizada pelos asiáticos, em detrimento da marcação individual que lhes era característica.

Com a vitória no Grupo A, que o jogador admite que significa "cruzamentos mais acessíveis, embora o objetivo fosse ganhar o grupo", e o regresso, em definitivo, a Cali, João Matos projeta a competição a partir dos oitavos-de-final. "Temos de pensar agora jogo a jogo. Olhando para os possíveis adversários, não vou dizer que tenhamos a vida facilitada, mas podemos colocar como objetivo uma meia-final", reconheceu. Até lá, o fixo do Sporting sustenta que "são jogos que Portugal tem de ganhar ou que deveria ganhar".

Com 106 internacionalizações pela equipa das quinas, o lisboeta, de 29 anos, entende que apenas na antecâmara da final Portugal enfrentará "um adversário do seu nível", referindo-se à possibilidade de Itália ou Argentina surgirem, nessa fase, no caminho da Seleção Nacional neste Campeonato do Mundo.



Segue-se Costa Rica na rota nacional

Portugal vai defrontar a Costa Rica, 3.ª classificada do grupo E, nos oitavos-de-final. Os costa-riquenhos surgem no caminho da Seleção Nacional para a terceira partida entre os dois conjuntos. Nos dois anteriores a vitória foi portuguesa (em 2001, no Mundialito, por 4-2, e há um mês, na preparação deste Mundial, por 4-3). O Portugal-Costa Rica joga-se quarta-feira, às 20 horas locais (duas da madrugada de quinta-feira em Portugal continental).


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