O Benfica arrancou ao cair do pano um suado triunfo em Porto Salvo, por 3-2, num duelo que teve tanto de bons momentos como de constantes picardias entre os elementos dos dois conjuntos, com algumas culpas para a apatia da equipa de arbitragem.

Se na pré-época já havia ficado registado o equilíbrio entre as formações (em dois confrontos, uma vitória para cada lado), os instantes iniciais da partida vieram confirmar a tendência. Bruno Coelho avisou, aos 2’, através de um par de remates cruzados, ao que André Silva respondeu com um remate ao lado da baliza de Bebé. Depois, aumentou a intensidade e... a temperatura entre os jogadores, numa toada que seria regra geral até final.

Já depois de Fábio Cecílio ver o seu remate cortado em cima da linha (7’), foi Ré a inaugurar o marcador, aos 11’. Porém, aquela que dava a sensação de ser a fase de maior conforto das águias terminaria numa questão de segundos, com o bis de João Silva (18’) a dar a volta às contas.

No segundo tempo, Gonçalo Alves voltou a repor o empate (23’) e arrastou a emoção até aos derradeiros segundos. Aí, com o Benfica já apostado no 5 para 4, Bruno Coelho seria herói: ao apontar o golo da vitória, a 28 segundos do fim, e ao cortar o que parecia ser um golo certo dos Leões de Porto Salvo, no último remate do jogo - o ‘pretexto’ ideal para... mais confusão após o apito final, serenada após largos minutos. 

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Autor: Ricardo Granada