Jaime Pacheco, esta tarde apresentado como sucessor de Erwin Sanchez no comando técnico do Boavista, afirmou estar de regresso de "corpo e alma" ao clube onde se sagrou campeão nacional em 2000/01.
Com contrato até ao final da temporada 2005/06, o novo treinador axadrezado foi recebido calorosamente por mais de duas dezenas de sócios - que lotavam o auditório do Bessa -, e prometeu "trabalho e ambição", de modo a levar de novo o Boavista ao "topo do futebol português".
Nove meses depois de ter abandonado a turma do Bessa, rumo a uma curta e infeliz passagem pela formação espanhola do Maiorca, Pacheco expressou gratidão pelo convite e revelou confiança no plantel do actual sétimo classificado da Superliga.
"Prometemos estar de corpo e alma neste projecto. Confio no valor do plantel, da instituição e dos sócios. O nome do Boavista vai voltar a ser elevado bem alto", salientou.
Deixando palavras de "ânimo e incentivo" para o seu antecessor Erwin Sanchez, o novo líder do futebol boavisteiro reconheceu não esperar voltar tão cedo ao comando técnico do Boavista e desvendou a existência de "mais de duas mãos cheias" de anteriores convites para outros clubes.
"Académica, Belenenses, Guimarães, Penafiel e União de Lamas foram alguns dos convites que me endereçaram. Outros, por motivos éticos e profissionais, não posso revelar. Mas quando o presidente João Loureiro me convidou para regressar, nem hesitei. Disse logo que sim!", reconheceu Jaime Pacheco, visivelmente emocionado e satisfeito.
Com Jaime Pacheco regressam igualmente Vítor Nóvoa (treinador-adjunto), Alfredo Castro (técnico de guarda-redes) e António Natal (preparador físico), os membros da equipa técnica vencedora do único título nacional pelo Boavista e semi-finalista da Taça UEFA em 2002/03.
Siga-nos no Facebook e no Twitter.