V. Setúbal frente ao Benfica
APRECIAÇÃO À EQUIPA
segunda-feira, 30 maio de 2005 | 02:37
Autor: LUÍS AVELÃS
 

SANDRO (4). Dominou a luta a meio- -campo, razão pela qual o Vitória nunca sentiu muitos problemas para controlar a partida. Alia a técnica individual a um sentido posicional fora do comum, sabendo sempre onde tem de estar a cada momento. Foi o primeiro “tampão” às iniciativas encarnadas, revelando, depois, capacidade para organizar o ataque. Correu quilómetros ao longo de todo o jogo, terminando com fôlego para alinhar mais 90’, ao invés de alguns dos adversários que já pareciam cansados quando o embate se iniciou.


MORETTO (3). Sem ter tido muito trabalho, nunca vacilou, justificando a aposta que Rachão fez. A estirada mais apertada aconteceu na segunda metade, quando Manuel Fernandes “disparou” de fora da área (64’). Seguro nos postes, também cumpriu nas bolas altas. Só de “penalty” (o juiz considerou irregular o lance com Geovanni) foi batido.


AURI (3). Pode não ter um futebol vistoso, mas a um central pede-se eficácia. Esteve atento às movimentações de Nuno Gomes e, com maior ou menor dificuldade, resolveu os lances “apertados”. Diante de atletas rápidos sente mais problemas, mas as águias foram quase sempre lentas...


ÉDER (3). Foi um dos elementos em destaque durante a primeira parte. Mais do que anular as investidas contrárias pelo seu corredor, não perdeu uma oportunidade para subir, procurando desequilíbrios. Perdeu fulgor com o passar do tempo, mas manteve-se em plano positivo.


HUGO ALCÂNTARA (4). O patrão da defesa. O Benfica não foi tão ofensivo quanto se esperava, mas o brasileiro chegou e sobrou para as encomendas. Dominou as imediações da baliza e teve arte e engenho para, à direita ou à esquerda, ir dobrar os companheiros. Prestação muito personalizada
e acertada.


NANDINHO (3). Não foi tão afoito a participar nas acções atacantes quanto Éder. Mas, tendo em conta que Geovanni esteve na origem do golo do Benfica, logo de entrada, o melhor era mesmo resguardar-se para evitar dissabores. Perdeu e ganhou lances na ala, mas mostrou, invariavelmente, a concentração essencial para quem joga uma final.


RICARDO CHAVES (3). Contribuiu (e muito) para que o Benfica raramente assumisse o controlo das operações a meio-campo. Colocado à frente dos centrais, anulou um sem-número de iniciativas encarnadas. Nunca perdeu de vista Nuno Assis e se, na etapa inicial, ainda abanou com as mudanças de direcção do opositor, depois acertou a marcação e tudo foi mais fácil. Assinou o forte remate que originou o 2-1.


MANUEL JOSÉ (3). Não podia desejar uma despedida mais feliz. Começou com um remate seu (desviado por Ricardo Rocha) a reviravolta no marcador, mas já antes mostrara a Fyssas que estava disposto a estragar-lhe a tarde. Tem talento e uma força física invejável. Os adeptos sadinos vão sentir a sua falta.


JORGINHO (4). Após quatro temporadas de contínuo destaque, este sensacional brasileiro teve a despedida que merecia com a camisola setubalense, contribuindo, de forma decisiva, para a terceira Taça de Portugal do Vitória. Sabe segurar a bola, abrir espaços para os companheiros e semear o pânico entre os defesas contrários. É uma estrela. Resta confirmá-lo no FC Porto...


BRUNO RIBEIRO (3). Muito seguro a defender no meio-campo, encostado à esquerda ou derivando para o centro quando o posicionamento dos adversários assim o aconselhava. Experiente, está habituado a duelos com intensidade, pelo que se sentiu à vontade. No ataque, procurou jogar sempre pela certa. A posse de bola era preciosa.


MEYONG (3). A um avançado não se pedem muitos remates. Exigem-se... golos. E, ontem, perante o delírio da falange de apoio setubalense, o camaronês marcou. E não foi um tento qualquer. Foi o que permitiu conquistar a Taça. O remate nem era particularmente difícil, mas isso não interessa. De resto, foi sempre batalhador, sem ter deslumbrado.


BINHO (1). Entrou para segurar o triunfo. Com pouco mais de 10 minutos para jogar, já se sabia que as águias iam forçar o “assalto final”, enquanto aos comandados de José Rachão só interessava tapar todos os caminhos que pudessem conduzir à baliza defendida por Moretto. Fisicamente disponível, cumpriu com as instruções do técnico. Ajudou a defender.


IGOR (0). Rendeu o homem que, com um golo de oportunidade, decidiu a Taça de Portugal. Mais do que proceder a qualquer alteração táctica, o treinador setubalense apenas quis “queimar” alguns segundos e, claro, refrescar a frente de ataque. Com o Benfica adiantado no terreno, podia surgir alguma oportunidade. Mas, tal não foi necessário. O triunfo estava confirmado.


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PClubePtsJVEDGolos
Benfica16651015-4
FC Porto1263308-2
Marítimo12640210-5
Sp. Braga1163219-3
V. Guimarães11632111-7
Rio Ave10631213-7
Sporting1062409-4
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15ºEstoril561239-14
16ºNacional461145-9
17ºPenafiel461143-9
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3
6
Maazou (Marítimo)
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3
10
Deyverson (Belenenses)
3
11
Simy (Gil Vicente)
2
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Zé Luís (Sp. Braga)
2
13
Rúben Micael (Sp. Braga)
2
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