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Beto: «Importante foi a atitude da equipa»
GOLO COM DEDICATÓRIAS ESPECIAIS, MAS CENTRAL SALIENTA
segunda-feira, 30 abril de 2001 | 02:23
Autor: PAULO JORGE PEREIRA
 

POR momentos, Beto regressou a Campo Maior. Não em termos físicos mas, pelo menos, em pensamento, pois voltou a ser “trinco”, funções que chegou a desempenhar na equipa alentejana, primeiro com Manuel Fernandes, depois sob o comando de Diamantino Miranda.


“Foi a opção do técnico e limitei-me a seguir as suas instruções. Independentemente da posição em que jogo, preocupo-me sempre mais em contribuir para ajudar a equipa. Aliás, nesta vitória preciosa frente a um adversário poderoso, importante mesmo foi a atitude da equipa, o rendimento colectivo”, disse.


Quase cinco anos depois, o Sporting voltou a vencer o Benfica em Alvalade. A 26 de Outubro de 1996, no seu primeiro “derby” como profissional, um cabeceamento de Beto superou Michel Preud’homme e valeu o triunfo. Agora foi um belíssimo remate de longe que lhe rendeu uma espécie de prenda antecipada para si próprio a poucos dias de completar 25 anos.


No final, pouco depois de receber os parabéns da esposa, dedicatórias especiais. “Não posso esquecer o Departamento Médico, pois Gomes Pereira, Rodolfo Moura e Mário André permitiram-me recuperar para este jogo, mas esta é a primeira oportunidade que tenho para dedicar um golo à minha filha e quero fazê-lo, bem como em relação à minha mulher. Ambas me têm feito extremamente feliz, ajudando-me imenso.”


Relembrando o lance, o jogador reconhece: “Tive a noção imediata de que se tratava de um excelente golo, pois um remate de fora da área normalmente resulta assim. Foi um momento em que dispus de espaço para atirar à baliza e, além disso, tive felicidade na forma como bati a bola. Marcar deixa-me sempre muito satisfeito, mas acima de tudo estão os interesses da equipa.”


Hábito de marcar no «derby»


BETO/golo/Benfica. A relação entre estas três palavras já vem de longe e marca a carreira do jovem defesa-central do Sporting. Desde que se estreou na I Divisão, ao serviço do Campomaiorense, o jogador tem convivido amiúde com o golo.


Em 96/97, na primeira época ao serviço do Sporting, o embate em Alvalade com o Benfica ficou marcado pela veia goleadora de Beto. No seu primeiro "derby" (27/10/96), marcou o golo que deu a vitória à sua equipa, num cabeceamento vigoroso. Na altura, era Robert Waseige o treinador leonino.


Duas épocas volvidas, em 98/99, Beto voltou a estar ligado umbilicalmente ao resultado final do Sporting-Benfica (03/01/99), mas, desta feita, o momento não foi de alegria. Os leões perderam por 1-2, com dois autogolos do defesa, apesar de Cadete ter reivindicado a autoria do segundo. Mirko Jozic era o treinador e iniciou a partida com um sistema de três centrais.


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