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FC Porto frente ao Boavista: Trabalho, muito trabalho
APRECIAÇÃO À EQUIPA
domingo, 5 agosto de 2001 | 02:48
Autor: JOSÉ RIBEIRO
 

Octávio Machado conquistou o primeiro troféu enquanto treinador principal do FC Porto. Não o conseguiu pela capacidade ofensiva da equipa (que ontem nem esteve muito evidente), mas pela forma como os dragões abordaram o jogo: trabalho, muito trabalho, como gosta o treinador. E nisso teve a disponibilidade total de uma equipa de luta, que segurou bem a vantagem alcançada relativamente cedo. Aceitando os duelos propostos pelos axadrezados, os portistas jogaram melhor do que o adversário nesse campo, porque utilizaram a falta como arma de grande eficácia. Ironias.


OVCHINNIKOV – Uma noite mais tranquila do que seria de prever. Sempre seguro nas vezes em que teve de mostrar-se.


IBARRA – Foi a unidade defensiva de menor rendimento, em especial na primeira parte, período em que ficou sempre a perder para Duda. Com a entrada de Serginho, ao intervalo, ele passou a perder menos lances.


JORGE COSTA – Muito trabalho para “limpar” o acumular de erros de Ibarra. Actuação positiva, sem chegar, contudo, ao nível de Jorge Andrade.


JORGE ANDRADE – Para além do golo que marcou (o qual valeu o troféu ao FC Porto), este central ainda segurou, a meias com Mário Silva, a vantagem. Limpou bolas em toda a meia-esquerda.


PAREDES – Era Sanchez quem, na primeira parte, mais luta de dava, mas o paraguaio manteve sempre o controlo do meio-campo. E teve um segundo tempo de grande nível.


SODERSTROM – Aqui está um jogador que encaixa na perfeição no esquema de meio-campo de trabalho proposto por Octávio. Já se lhe conheciam todas essas capacidades, restava observar até que ponto, na competição a sério, ele conseguia manter tal nível. Não só o manteve como revelou toda a disponibilidade para deixar a pele em campo. E é desses jogadores que é feita a escola portista.


CAPUCHO – Teve nos pés, logo aos dois minutos, uma grande ocasião para marcar, mas atirou ao lado. Sem ser o desequilibrador de outros jogos, até porque não tinha ninguém a dar sequência ao que fazia, Capucho foi, mesmo assim, o avançado mais criativo.


DECO – Fez um passe de golo para Capucho, mas este falhou; marcou o canto que Jorge Andrade cabeceou para golo. E teve toda uma primeira parte de grande qualidade. Caiu muito após o intervalo.


CLAYTON – O pior portista em campo. É-lhe difícil mover-se neste esquema de Octávio.


PENA – Actuação de muita luta e de pouco proveito. Pedro Emanuel foi implacável.


RUBENS JÚNIOR – Entrou a vinte minutos do fim e ajudou a segurar a lateral esquerda.


RAFAEL – Entrou para jogar cerca de dez minutos. Pouco tempo para tocar na bola.


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