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Seis treinadores para um lugar
CORRIDA À SUCESSÃO DE JESUALDO FERREIRA
terça-feira, 26 novembro de 2002 | 02:55
Autor: JOÃO ALMEIDA MOREIRA
 

Uma característica do perfil definido pelos dirigentes da SAD do Benfica para o sucessor de Jesualdo Ferreira, que ontem deixou oficialmente de ser o responsável da equipa profissional, destaca-se das demais: será um treinador estrangeiro. Neste momento há uma lista de seis nomes de técnicos, uns mais experientes que outros, uns mais livres para negociar que outros, mas todos com nome feito no futebol mundial.


Metade das hipóteses é sul-americana, a outra é europeia. No primeiro caso, Ricardo Gomes apresenta-se como única solução que já conhece o futebol português em geral e a Luz em particular – foi um dos centrais mais bem sucedidos da história do clube. O brasileiro Vanderlei Luxemburgo e o argentino Carlos Bianchi, mais experientes, também estão a ser cogitados para o posto. Do mercado europeu, José António Camacho, Alberto Zaccheroni e David O'Leary, todos livres, podem vir a ser o próximo treinador do Benfica.


Paris SG, selecção brasileira, Boca Juniors, selecção espanhola, Milan ou Leeds United são algumas das equipas nos currículos dos candidatos.


Carlos Bianchi


Argentino, 53 anos, é um dos técnicos mais cotados na América do Sul. Tornou-se conhecido ao levar um clube de bairro, o Vélez Sarsfield, a campeão argentino. Passou depois pela AS Roma e regressou à Argentina para ingressar no Boca Juniors. Foi bicampeão da Libertadores e vencedor da Intercontinental, frente ao Real Madrid. Está desempregado desde 2001, mas por opção, pois rejeitou convites do Paraguai (para o Mundial), México e Chile.


Ricardo Gomes


Começou a carreira de treinador no Paris SG, com o qual venceu a Taça de França e Taça da Liga. Actualmente orienta o Juventude de Caxias e apurou-se para os quartos-de-final do Brasileirão, quando o objectivo era a manutenção. Tem uma situação única: se for campeão, terá de pagar ao clube, pois foi ele quem pediu uma oportunidade para mostrar o seu valor. É pretendido pelo Flamengo e não esconde "o desejo de voltar ao Benfica", que representou como jogador.


Vanderlei Luxemburgo


Bicampeão brasileiro no Palmeiras (93-94), com uma superequipa que contava com Roberto Carlos, Rivaldo e Cafú, etc., conquistou também o título com o Corinthians, em 1998, tornando-se num dos três técnicos com três títulos. Passou a seleccionador brasileiro mas acabou despedido, depois de um escândalo de falsificações. Esta época começou no Palmeiras mas demitiu-se após a primeira jornada para ir orientar o Cruzeiro, com o qual falhou a fase final.


José António Camacho


Antiga glória do Real Madrid, como jogador, foi no Espanyol que se destacou como técnico. Voltou a Madrid mas não chegou a iniciar a época por desentendimentos com o presidente. Substituiu Clemente na selecção espanhola depois do Mundial 98 e atingiu os "quartos" em 2002, no Coreia/Japão. Em Setembro o seu nome foi apontado como substituto de Fabio Capello na AS Roma. Na altura afirmou que gostaria de treinar num clube fora de Espanha.


David O'Leary


Internacional irlandês e histórico defesa-central do Arsenal, David O'Leary começou por ser adjunto de George Graham no Leeds United. Com a saída de Graham, assumiu as rédeas da equipa e teve sucesso imediato. A jovem equipa da cidade do Norte de Inglaterra causou impacto na Premier League e na Liga dos Campeões e sonhou com voos mais altos. Mas a temporada seguinte não correspondeu às expectativas e O'Leary acabou demitido.


Alberto Zaccheroni


Técnico italiano da nova geração, brilhou na Udinese ao ponto de suscitar a cobiça do todo-poderoso Milan AC. Na época de estreia conquistou o "scudetto" e a admiração do exigente mundo do "calcio". Mas na temporada seguinte sentiu o peso de um clube que não é fácil e acabou demitido na sequência de uma série de maus resultados. Teve, meses depois, nova oportunidade num clube importante, a Lazio, mas voltou a não ser bem sucedido.


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